domingo, 5 de agosto de 2012

Aquicultura uma saída para o pescado Seridoense.




A aqüicultura é hoje uma atividade econômica das mais expressivas no contexto mundial, representando um dos sistemas de produção de alimento dos que mais cresce em todos os continentes. Estima-se que até 2020 essa atividade responderá por 70% do pescado para consumo humano, ultrapassando as 100 milhões de toneladas, contribuindo assim para atender a demanda mundial crescente de pescado.

Nesse contexto, o Rio Grande do Norte tem tido participação de destaque, reunindo 40,5% do total de criadores de camarão do Brasil e ocupando a 2º posição na lista de maior produtor do país. Essa situação privilegiada deu-se graças a uma iniciativa inovadora do governo estadual que no ano de 1973 implantou o Projeto Camarão, e da sua equipe técnica, formada por biólogos, engenheiros de pesca, aquicultores, etc., que com seu empenho e dedicação, foi responsável pelas pesquisas de base para a carcinicultura e pela formação de grande parte da mão de obra que hoje atua na área, tanto dentro do Estado como no restante do país. 

Outra área que vem crescendo paulatinamente em todo o Nordeste, é a tilapicultura em gaiolas em grandes reservatórios. A EMPARN vem realizando desde 1997, várias pesquisas cujos resultados têm levado produtores e pescadores a vislumbrar a atividade como uma nova fonte de renda e ocupação. Os programas de capacitação da empresa para formação de novos piscicultores tem sido um marco para o fortalecimento da atividade que desponta como uma das mais promissoras para a produção de alimento de alto valor biológico.

Fonte: www.emparn.rn.gov.br