segunda-feira, 23 de abril de 2012




A equipe de educação ambiental do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do RN – IDEMA desembarca esta semana no município de Cruzeta, para a realização de mais uma edição do projeto educativo-ambiental “Meu município, meu ambiente”. A ação tem início nesta terça-feira, 24, e se estende até a sexta, 27.

O projeto “Meu município, meu ambiente” consiste na promoção de uma série de atividades ambientais junto a gestores municipais, alunos e professores da rede pública de ensino, ONGs, associações comunitárias, entre outros, visando o planejamento de educação ambiental do município e a formação de agentes multiplicadores. O projeto 

contempla atividades como mini-cursos de turismo sustentável, oficinas de reaproveitamento de resíduos sólidos e óleo de cozinha, palestras sobre poluição sonora e resíduos sólidos, atividades com microscópio, entre outras.

De acordo com a subcoordenadora de educação ambiental do IDEMA, Silvana Gomes, o projeto foi criado para disseminar a importância do respeito ao meio ambiente com ênfase nas atividades e conhecimentos locais. “A iniciativa oferece o pontapé inicial para que os municípios se fortaleçam e passem a desenvolver um trabalho contínuo nesta área. Percorremos o interior do Estado com o objetivo de sensibilizar a população quanto à importância da preservação ambiental para a qualidade de vida da sociedade”, afirma a subcoordenadora.


O programa de educação ambiental do IDEMA terá duração de quatro dias e irá atender escolas municipais e estaduais de Cruzeta. Este é o terceiro destino do projeto em 2012, já tendo percorrido os municípios de Venha Ver e Baraúnas. 

Educação Ambiental

A educação ambiental configura-se como o processo em que se busca despertar a preocupação individual e coletiva para a questão ambiental, garantindo o acesso à informação em linguagem adequada, contribuindo para o desenvolvimento de uma consciência crítica e estimulando o enfrentamento das questões ambientais e sociais. Desenvolve-se num contexto de complexidade, procurando trabalhar não apenas a mudança cultural, mas também a transformação social, assumindo a crise ambiental como uma questão ética e política.


FONTE: FOLHA DE CRUZETA